
Para fazer as câmeras, cada aluno revestiu o interior de uma lata com papel e fita preta, evitando provocar reflexo que prejudique a fotografia. Depois, cada câmera foi furada com uma agulha, levando em conta que quanto menor o furo, mais nítida seria a imagem. No interior da lata, no lado oposto ao furo, onde ocorre a formação da imagem do objeto, os estudantes adaptaram um papel fotográfico fotossensível.
O professor explica que “com um tempo de exposição variável, de acordo com as condições climáticas, é possível obter fotos artesanais de um objeto, pessoas, imóveis, paisagens. O tempo certo de exposição e o enquadramento das fotografias só podem ser acertados pela experiência”.
As fotografias dos alunos foram reveladas em um estúdio montado no CEAT. O momento culminante do trabalho foi a aparição das imagens durante o processo de revelação, visualizadas pelo aluno sob baixa luz vermelha (não prejudicial ao material fotográfico).