Durante a época do Estado Novo, na década de 1930, Getúlio Vargas,  presidente do país, baixou um decreto exigindo que as escolas brasileiras tivessem um nome de santo ou de um vulto nacional. O diretor da escola, na época, Prof. Theobaldo Dick, juntamente com a diretoria, alterou a denominação de Colégio Lajeadense para Colégio Evangélico Alberto Torres.
Alberto Seixas Martins Torres, intelectual brasileiro, nasceu em 1865 e morreu em 1917, no Rio de Janeiro. Formado em Direito, foi líder na constituinte do Rio de Janeiro, Deputado Federal da primeira Legislatura Federal e Ministro do Interior em 1896, no governo de Prudente de Morais.
Exerceu diversos cargos políticos e escreveu várias obras. Dentre elas destacam-se: Em Direção à Paz (1901), O Problema Mundial (1913), O Problema Nacional (1914) e A Organização Nacional (1914). Uma de suas frases mais conhecidas é “Começa-se a morrer quando se deixa de ter aspirações”.
Alberto Torres demonstrou, nas suas obras, uma preocupação com os problemas da política nacional e internacional, investigando os problemas sociais, que já naquela época preocupavam a humanidade. Homem culto, falava vários idiomas, entre eles o francês e o alemão.

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