Blog Além das Palavras...

Autor: Matheus Piccinini
Turma: 5ª série EF
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer

 

Um vírus mudou muito nosso dia a dia. Todos passeando, indo para lá e para cá, trabalhando, resolvendo assuntos. Agora, os trabalhos diminuíram muito e a maioria está em casa se protegendo, outros não.
Há um tempo, as pessoas falavam:
- Vamos sair?
- Não posso, irei ficar em casa.
Hoje é diferente para algumas pessoas:
- Vamos sair?
- Ok, vamos! – E acabam não se importando com o vírus.
Atualmente, as pessoas estão dando mais valor às coisas menores, como: cozinhar, jogar, desenhar, pintar e ler, entre outras.
As pessoas estão se importando muito em lavar as mãos, ao que, há pouco tempo, não davam a mínima. Quando saímos, precisamos sorrir com os olhos por causa da máscara, que atrapalha o rosto, dificultando as expressões faciais.
Agora, em casa, todos só pensam em uma coisa:
- Quando essa quarentena vai acabar?!

Autor: Pedro Henrique Konrad Pedroso
Turma: 5ª série EF
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer

 

Nas minhas férias de verão, eu e minha família fomos viajar de avião para Maceió. Chegamos ao aeroporto, despachamos as malas e embarcamos.
Na decolagem, o comandante informou aos passageiros:
- Coloquem seus pertences embaixo das poltronas e afivelem seus cintos, estamos prontos para a decolagem.
O avião começou a mover-se meio indeciso, de lá pra cá, na pista de decolagem, quando um passageiro começou a gritar, dizendo:
- Socorro! Estou entrando em pânico, nunca andei de avião.
A tripulação tentou acalmá-lo.
A aeromoça educada, falou calmamente:
- Senhor, não tenha medo, vai ser uma viagem tranquila.
Ninguém mais se atreveu a questionar. Ao contrário, até o senhor em pânico resolveu seguir as instruções. Afinal, nenhum debate é necessário quando se trata de sobrevivência.
Em poucos minutos, perdemos o contato com o chão e em duas horas chegamos ao nosso destino.

 

 

 Autor: Erik Conzatti
Turma: 5ª série EF
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer 

 

Dois amigos inseparáveis, Juninho e Rafinha, viviam sempre grudados e brincavam muito.
Mas os tempos mudaram e a população mundial entrou em desespero. E agora? O que fazer? Portas fechadas, cada um em sua casa.
- Rafinha, Rafinha!?
- Vamos brincar? - gritou Juninho na porta da casa de Rafinha.
- Não posso!
- Você não sabe que não podemos sair de casa? - respondeu Rafinha.
- Por quê? - replicou Juninho.
- Porque o vírus está acabando com as pessoas, estamos correndo perigo, vá para casa e não saia de lá - falou Rafinha.
Juninho achou tudo aquilo uma bobagem e saiu sacudindo a cabeça com a sua bicicleta.
Outro dia, a mãe de Rafinha foi ao mercado e lá avistou Juninho com seus pais, ele mexendo em todos os produtos, e com sua máscara no queixo. A mãe de Rafinha ficou indignada com a atitude dos pais, por toda a família ir ao mercado, não instruir o filho a não pôr a mão em tudo e a usar a máscara corretamente.
Dia seguinte, Juninho apareceu na casa de Rafinha.
- Rafinha, Rafinha!
- Vamos brincar? - exclamou Juninho.
Foi então que apareceu a dona Maria, mãe de Rafinha.
- Juninho! O que está fazendo aqui? Não sabes que temos que nos cuidar e ficar cada um em sua casa! E essa máscara, por que você usa ela assim no queixo?
- Juninho não sabia como falar, sentiu-se amedrontado com a brabeza de Maria, mãe de Rafinha.
- Esta máscara não veio com manual de instrução, uso-a como acho que devo usar, porque tanto medo com esse vírus, ele está lá longe - disse Juninho.
- Não, Juninho, o vírus já está na cidade, cuide-se, vá para casa, lave sempre as mãos e use corretamente a máscara - disse dona Maria.
Juninho foi para casa de cabeça baixa e triste, pois não podia brincar. Quando chegou em casa no seu telefone havia uma mensagem…
Juninho! Vamos jogar on-line? Só assim para podermos nos divertir! - mensagem de Rafinha.
-Sim, sim! Vou pegar minha máscara! - disse Juninho.

 

Autora: Sofia Scaravonatti
Turma: 5ª série EF
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer

 

Matias e sua irmã Martina sempre foram muito comportados, mas ultimamente estavam muito preguiçosos e brigavam o tempo inteiro por não brincarem e nem fazerem as mesmas coisas. Quando começou a pandemia, a família precisou se isolar em casa. A mãe, apavorada e sem saber o que fazer para parar com a briga dos filhos, foi para internet. Comprou: capacete, máscaras, luvas, óculos e muitas outras coisas, para saírem com o mínimo possível de chance de contaminação, para que assim as crianças pudessem andar de bicicleta. Quando a mãe chegou na sala, disse aos seus filhos:
- Crianças, a mamãe comprou proteção para andarmos de bici juntos.
No primeiro momento, eles ficaram felizes e disseram:
- Obaaa!!! Obaaa!!!
Mas depois viram que não há motivos para brigarem, pois possuem gostos parecidos. Outro dia, a mãe das crianças chegou na sala e disse:
- Crianças, a proteção chegou, vamos andar de bici?
- Não vamos mais querer, pois agora brincamos juntos! Descobrimos que temos gostos parecidos e que não precisamos mais brigar - disseram Mariana e Matias.
- Que bom que finalmente se entenderam, fico muito feliz por vocês estarem brincando juntos - disse alegremente a mãe, que assistiu aos filhos largarem os videogames e baterem bola juntos.
A pandemia pode ter trazido muitos aspectos ruins, como ficar em isolamento, mas trouxe mais união às famílias que quase não se viam no dia a dia.

Autor: Guilherme Capalonga
Turma: 5ª série EF
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer

 

No dia 16 de março de 2020, os alunos ficaram sabendo que, a partir do dia 17 de março, não poderiam mais ir à escola, pois iniciava um período de quarentena, no qual as pessoas tinham de ficar isoladas em casa para não contrair e disseminar o coronavírus.
Desde aquele dia até hoje, o menino está tendo aula através do Google Sala de Aula e também pelo Google Meet.
A experiência está sendo maravilhosa que até surgem comentários entre seus colegas:
- Você está gostando deste novo modelo de estudo?
- Eu estou gostando, mas tenho saudades dos meus colegas e da escola.
Naquele momento, percebeu que não era só ele que estava com esse sentimento.
Sei que vai ser um aprendizado diferente, mas quem sabe para o futuro tudo isso será muito útil.

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